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		<title>Água para 123 milhões de brasileiros depende da Mata Atlântica</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 23:50:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagobiologo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[impactos ambientais]]></category>
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		<description><![CDATA[Extraído de Ambiente Brasil. A Mata Atlântica apresenta hoje a área de vegetação nativa brasileira mais devastada do País. Reduzida a apenas 27% de sua cobertura original, ainda é uma das regiões do mundo mais ricas em diversidade biológica, embora dados apresentados pela SOS Mata Atlântica assegurem que apenas 7,26% de seus remanescentes permanecem bem [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ibiodiversidade.wordpress.com&amp;blog=10914986&amp;post=633&amp;subd=ibiodiversidade&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Extraído de <a href="http://www.ambientebrasil.com.br/" target="_blank">Ambiente Brasil</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">A Mata  Atlântica apresenta hoje a área de vegetação nativa brasileira  mais  devastada do País. Reduzida a apenas 27% de sua cobertura  original,  ainda é uma das regiões do mundo mais ricas em diversidade  biológica,  embora dados apresentados pela SOS Mata Atlântica assegurem  que apenas  7,26% de seus remanescentes permanecem bem conservados.</p>
<p style="text-align:justify;">Sua  manutenção e preservação deixou de ser uma prioridade restrita  aos  ambientalistas. Agora, depende do envolvimento de todos os setores   produtivos, econômicos e sociais do Brasil, uma vez que em seus limites   vivem 123 milhões de pessoas – 67% de toda a população brasileira.</p>
<p style="text-align:justify;">Esse  número expressivo de habitantes necessita da preservação dos   remanescentes de vegetação nativa, dos quais depende o fluxo de   mananciais de águas que abastecem pequenas e grandes cidades.</p>
<p style="text-align:justify;">As  áreas de cobertura vegetal nativa que ainda restam prestam  serviços  ambientais importantes, como a proteção de mananciais hídricos,  a  contenção de encostas, a temperatura do solo e a regulação do clima,  já  que regiões arborizadas podem reduzir a temperatura em até 2º C.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo  um estudo da entidade WWF, mais de 30% das 105 maiores  cidades do  mundo dependem de unidades de conservação para garantir seu   abastecimento de água. As matas ciliares, nome dado ao conjunto de   vegetação localizada às margens dos cursos de água, foram avaliadas como   comprometidas na Mata Atlântica. São fundamentais para a proteção e   preservação da diversidade da flora e fauna, pois além de evitar o   agravamento de secas e o aumento das enchentes, também funcionam como   corredores para que animais e sementes possam transitar entre as áreas   protegidas e garantir a alimentação e variabilidade genética das mais   diferentes espécies.</p>
<p style="text-align:justify;">As  áreas bem conservadas e grandes o suficiente para garantir a   biodiversidade e manutenção da Mata Atlântica a longo prazo não chegam a   8% de sua cobertura vegetal original. A região continua a sofrer  sérias  ameaças, que podem se agravar caso o Código Florestal brasileiro  sofra  alterações que não garantam a utilização responsável e  sustentável de  seus recursos naturais.</p>
<p style="text-align:justify;">Além  de reduzidos, os remanescentes estão fragmentados e se  distribuem de  maneira não uniforme ao longo do território, fator que  compromete a  perpetuidade de espécies raras, endêmicas e ameaçadas de  extinção.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Hotspot </strong>-  Especialistas estimam que a Mata  Atlântica, considerada um hotspot  (área prioritária para conservação,  com alta biodiversidade e endemismo  e ameaçada no mais alto grau) possua  mais de 20.000 espécies de  plantas, aproximadamente 35% de toda a flora  existente no País.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo  dados da Conservação Internacional (CI), trata-se do hotspot  número 1  entre as regiões monitoradas em todo o mundo. Levantamentos  indicam que  sua área abriga 849 espécies de aves, 370 de anfíbios, 200  de répteis ,  270 espécies de mamíferos e cerca de 350 espécies de  peixes. Outro  dado alarmante: das 472 espécies ameaçadas de extinção em  todo o  território nacional, 276 (mais de 50%) estão na região.</p>
<p style="text-align:justify;">“As  ações de proteção do MMA direcionadas à Mata Atlântica incluem o   aperfeiçoamento da legislação, com a aprovação da Lei da Mata Atlântica e   a instituição de projetos e programas de conservação e recuperação de   mata nativa”, afirma o coordenador do núcleo Mata Atlântica do MMA,   Wigold Schaffer. “Também envolvem o monitoramento e fiscalização dos   desmatamentos e queimadas, a criação e implementação de unidades de   conservação e a ampliação de parcerias com instituições públicas e   privadas da sociedade civil.”</p>
<p style="text-align:justify;">Considerada  por especialistas como um avanço na legislação ambiental  brasileira, a  Lei da Mata Atlântica (nº 11.428/2006) e sua  regulamentação possuem  regras claras e incentivos para que a  conservação, proteção,  regeneração e utilização sustentável de seus  componentes sejam  implementadas.</p>
<p style="text-align:justify;">Schaffer  explica que uma das principais metas do Governo Federal é  transformar  pelo menos 10% da área total da região em unidades de  conservação (UCs)  de proteção integral e uso sustentável. Atualmente,  existem 123 UCs  federais e 225 estaduais na Mata Atlântica, o que  resulta em quase 1,7  milhão de hectares transformados em áreas de  proteção integral (3%) e  pouco mais de 2 milhões de hectares de áreas de  uso sustentável.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Ameaça </strong>-  Dentre as espécies de flora ameaçadas em  seus limites, destacam-se o  pau-brasil, araucária, palmito-juçara,  jequitibá, jaborandi, jacarandá e  imbuia, além de orquídeas e bromélias.</p>
<p style="text-align:justify;">Com  relação à fauna, das 202 espécies de animais consideradas  oficialmente  ameaçadas de extinção no País, 171 eram da Mata Atlântica.  Das 20  espécies de répteis ameaçadas no Brasil, 13 ocorrem neste bioma.  Entre  os animais terrestres que ocorrem na região sob alto risco de  extinção,  185 são vertebrados (quase 70% do total ameaçado no Brasil),  entre  eles 118 aves, 16 anfíbios, 38 mamíferos e 13 répteis.</p>
<p style="text-align:justify;">Alguns  deles ficaram bastante conhecidos após campanhas de  preservação, como o  mico-leão-de-cara-dourada, mico-leão-da-cara-preta, a   saíra-sete-cores, papagaio-da-cara-roxa e o tatu-bola.</p>
<p style="text-align:justify;">Além  da perda de hábitat, as espécies da Mata Atlântica são vítimas  do  tráfico de animais, comércio ilegal que movimenta no mundo US$ 10   bilhões por ano.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Fatores de perda</strong> – Entre os fatores de destruição da  vegetação nativa da Mata Atlântica  constam a expansão da pecuária  bovina, a implantação de monoculturas  agrícolas, o reflorestamento com  espécies exóticas, a abertura de novas  fronteiras de agricultura e de  ferrovias e rodovias sem estratégias  sustentáveis.</p>
<p style="text-align:justify;">O  avanço desordenado das cidades, empreendimentos e grandes obras de   infraestrutura, bem como a mineração e a exploração madeireira também   contribuíram para a degradação da cobertura vegetal original.</p>
<p style="text-align:justify;">De  2005 a 2008, os estados que mais desmataram foram Minas Gerais,  Santa  Catarina e Bahia, responsáveis por mais de 80% do total de  desmatamento  ocorrido no período.</p>
<p style="text-align:justify;">Em  2006, o MMA indicou 880 áreas prioritárias para conservação   distribuídas em 429 mil km2 de Mata Atlântica. Desse total, 522 são   áreas novas e 358 já possuem algum tipo de proteção.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Corredor Ecológico </strong>-  O conceito de corredor  ecológico ou corredor de biodiversidade se  refere a extensões  significativas de ecossistemas nos quais ocorre o  fluxo de indivíduos e  genes entre áreas remanescentes de ecossistemas,  unidades de conservação  e áreas protegidas. Aumentam, assim, a  probabilidade de sobrevivência  das diferentes espécies que neles  habita, e asseguram a manutenção de  processos evolutivos em larga  escala.</p>
<p style="text-align:justify;">O  Corredor Central da Mata Atlântica, localizado nos estados da Bahia  e  Espírito Santo ao longo da costa atlântica, estende-se por mais de   1.200 km no sentido norte-sul, e foi implementado desde março de 2002. O   corredor agrega ecossistemas aquáticos de água doce e marinhos (dentro   da plataforma continental).</p>
<p style="text-align:justify;">O  projeto conta com a assistência técnica da Cooperação  Brasil-Alemanha  (GTZ) e com investimentos do banco alemão KFW e da União  Europeia.  Também atuam em projetos de conservação da região a Fundação  SOS Mata  Atlântica, Conservação Internacional, WWF, Mater Natura e  outras  entidades não-governamentais.</p>
<p style="text-align:justify;">Outra  grande área de preservação dentro dos limites da Mata Atlântica  é o  Corredor da Serra do Mar, que cobre cerca de 12,6 milhões de  hectares,  do Paraná ao Rio de Janeiro, englobando as serras do Mar e da   Mantiqueira.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Bom exemplo </strong>-  Quando adquiriu a Fazenda Bulcão, em  Aimorés (MG), o fotógrafo  Sebastião Salgado encontrou uma propriedade  quase totalmente formada  por pasto degradado. Com o processo de  recuperação da área, realizado  pelo Instituto Terra, o local foi  transformado em Reserva Particular do  Patrimônio Natural (RPPN), e a  fazenda foi tornou-se a primeira RPPN  recuperada de área degradada na  Mata Atlântica.</p>
<p style="text-align:justify;">Nela  já foram plantadas mais de 1 milhão de mudas nativas desde 1999.  Como  resultado, o fluxo de água da região ficou mais homogêneo ao longo  do  ano, e foram cadastradas sete nascentes que ainda não haviam sido   identificadas no Córrego do Bulcão, que passa dentro da propriedade. O   local funciona também como corredor ecológico e referência de   envolvimento social na preservação da Mata Atlântica.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Definição e abrangência </strong>-  A Mata Atlântica é  composta por um conjunto de formações florestais,  campos naturais,  restingas, manguezais e outros tipos de vegetação que  são considerados  ecossistemas associados e compõem diferentes  paisagens. Essas formações  cobriam originalmente total ou parcialmente  17 estados brasileiros e  abrangiam uma área de aproximadamente 1,3  milhão de quilômetros  quadrados.</p>
<p style="text-align:justify;">Ilhas  oceânicas também se agregam aos seus domínios, além dos  encraves de  Mata Atlântica – como formações florestais e brejos  interioranos –  existentes em meio a outros biomas. As limitações da  região estão  estabelecidas no Mapa da Área de Aplicação da Lei  nº11.428/2006, do  IBGE, que pode ser encontrado nos sites  www.ibge.gov.br ou  www.mma.gov.br. <em>(Fonte: MMA)</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ibiodiversidade.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ibiodiversidade.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ibiodiversidade.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ibiodiversidade.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ibiodiversidade.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ibiodiversidade.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ibiodiversidade.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ibiodiversidade.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ibiodiversidade.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ibiodiversidade.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ibiodiversidade.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ibiodiversidade.wordpress.com/633/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ibiodiversidade.wordpress.com/633/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ibiodiversidade.wordpress.com/633/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ibiodiversidade.wordpress.com&amp;blog=10914986&amp;post=633&amp;subd=ibiodiversidade&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Pesquisador avalia recuperação da biodiversidade no norte do Espírito Santo</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 20:41:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagobiologo</dc:creator>
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		<category><![CDATA["Espírito Santo"]]></category>
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		<category><![CDATA[florestas]]></category>
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		<description><![CDATA[Extraído de Ambiente Brasil. Um estudo, realizado no município de Sooretama, ao norte do estado do Espírito Santo, avaliou a recuperação da diversidade de Collembola Hexapoda, para verificar o sucesso de plantios de restauração florestal da Mata Atlântica de Tabuleiros. Com o tema “Avaliação da recuperação da biodiversidade de Collembola (Hexapoda) em plantios de restauração [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ibiodiversidade.wordpress.com&amp;blog=10914986&amp;post=534&amp;subd=ibiodiversidade&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Extraído de <a href="http://www.ambientebrasil.com.br" target="_blank">Ambiente Brasil</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Um  estudo, realizado no município de Sooretama, ao norte do estado do   Espírito Santo, avaliou a recuperação da diversidade de Collembola   Hexapoda, para verificar o sucesso de plantios de restauração florestal   da Mata Atlântica de Tabuleiros.</p>
<p style="text-align:justify;">Com o  tema “Avaliação da recuperação da biodiversidade de Collembola   (Hexapoda) em plantios de restauração florestal no norte do Espírito   Santo, Brasil”, o aluno do Programa de Pós-graduação em Ecologia do   Instituto de Biologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ,   Gabriel Costa Queiroz, deendeu sua dissertação na última sexta-feira,   16.</p>
<p style="text-align:justify;">Foram  avaliados três plantios de restauração florestal, com dez anos  de  implantação; uma área de pastagem degradada, para representar a   situação anterior à instalação dos plantios; e a Reserva Biológica de   Sooretama, sítio referência da região. Durante o ano de 2008 foram   realizadas três coletas, para verificar a variação sazonal.</p>
<p style="text-align:justify;">As  conclusões apontaram que houve aumento da riqueza e da abundância  da  fauna de Collembola nos sítios de plantios em relação à área de   pastagem. Nestes locais, verificou-se, ainda, uma composição diferente.<br />
<em>*Com informações da UFRJ.</em></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/ibiodiversidade.wordpress.com/534/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/ibiodiversidade.wordpress.com/534/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/ibiodiversidade.wordpress.com/534/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/ibiodiversidade.wordpress.com/534/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/ibiodiversidade.wordpress.com/534/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/ibiodiversidade.wordpress.com/534/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/ibiodiversidade.wordpress.com/534/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/ibiodiversidade.wordpress.com/534/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/ibiodiversidade.wordpress.com/534/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/ibiodiversidade.wordpress.com/534/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/ibiodiversidade.wordpress.com/534/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/ibiodiversidade.wordpress.com/534/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/ibiodiversidade.wordpress.com/534/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/ibiodiversidade.wordpress.com/534/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ibiodiversidade.wordpress.com&amp;blog=10914986&amp;post=534&amp;subd=ibiodiversidade&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Recuperar áreas desmatadas custa R$ 6 bi por ano, diz Banco Mundial</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 23:33:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagobiologo</dc:creator>
				<category><![CDATA[IBIO]]></category>
		<category><![CDATA[florestas]]></category>

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		<description><![CDATA[Extraído da Eco Agência. R$ 6 bilhões por ano.  Esse é o preço estimado para a recuperação de áreas de proteção ambiental desmatadas em propriedades rurais do Brasil, segundo o estudo Cenários de Baixo Carbono para o Brasil do Banco Mundial (Bird), que será divulgado nesta quinta-feira (17).  As informações são do jornal O Estado [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ibiodiversidade.wordpress.com&amp;blog=10914986&amp;post=495&amp;subd=ibiodiversidade&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Extraído da <a href="http://www.ecoagencia.com.br" target="_blank">Eco Agência</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">R$ 6 bilhões por ano.   Esse é o preço  estimado para a recuperação de áreas de proteção  ambiental desmatadas  em propriedades rurais do Brasil, segundo o estudo  Cenários de Baixo  Carbono para o Brasil do Banco Mundial (Bird), que  será divulgado nesta  quinta-feira (17).  As informações são do jornal O  Estado de S. Paulo.</p>
<p style="text-align:justify;">Apesar do custo, essa é uma das medidas com maiores chances de   sucesso na busca por reduzir as emissões de gases responsáveis pelo   aquecimento global nas próximas duas décadas.  A recuperação de áreas de   reserva legal de propriedades rurais é o que desperta uma das   principais polêmicas no debate sobre mudanças do Código Florestal   brasileiro.</p>
<p style="text-align:justify;">O estudo do Banco Mundial reconhece dificuldades para  a recuperação  de 440 mil quilômetros quadrados de floresta, dimensão  estimada para o  passivo ambiental das áreas de proteção nas  propriedades rurais.  &#8220;Para  começar, é uma atividade dispendiosa.  Em  segundo lugar, propriedades  rurais perderiam áreas produtivas durante o  período de regeneração da  cobertura vegetal.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">A legislação  atual impõe a preservação de vegetação nativa em pelo  menos 20% das  propriedades e atribui ao proprietário a responsabilidade  pela  recomposição do bioma.  O porcentual da reserva legal é de 80% nas   áreas de floresta amazônica.  &#8220;Não é fácil a aplicação da legislação&#8221;,   afirma o estudo do Banco Mundial, que, no entanto, conta com a   recuperação gradual das áreas de reserva legal e não considera a   hipótese de mudança na legislação.  &#8220;Nos setores de energia e de   transportes é mais difícil reduzir as emissões, uma vez que já estão em   níveis baixos, de acordo com padrões internacionais&#8221;, avalia o banco.</p>
<p style="text-align:justify;">O documento reitera informações do  inventário oficial de carbono do  País, que indicou o desmatamento,  estimulado pela expansão da  agricultura e da pecuária, como a maior  fonte das emissões de gases de  efeito estufa do Brasil.  &#8220;A produção  agrícola e a pecuária geram também  emissões diretas, juntas respondendo  por um quarto das emissões  nacionais brutas&#8221;, relata o Bird.</p>
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		<title>Brasil: vazamento de petróleo no litoral preocupa</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 23:29:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagobiologo</dc:creator>
				<category><![CDATA[IBIO]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[contaminação]]></category>
		<category><![CDATA[crimes ambientais]]></category>
		<category><![CDATA[impactos ambientais]]></category>

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		<description><![CDATA[Especialista diz que Brasil não conta com um Plano Nacional de Contingências, que seria indispensável para atender a desastres como o que está ocorrendo no litoral dos Estados do Sul dos EUA. Extraído da Eco Agência. O professor doutor Luís Henrique de Figueiredo, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, trouxe a Rio Grande uma grave preocupação. Durante [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ibiodiversidade.wordpress.com&amp;blog=10914986&amp;post=461&amp;subd=ibiodiversidade&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Especialista diz que Brasil  não conta com  um Plano Nacional de Contingências, que seria  indispensável para  atender a desastres como o que está ocorrendo no  litoral dos Estados do  Sul dos EUA.</p>
<p style="text-align:justify;">Extraído da <a href="http://www.ecoagencia.com.br" target="_blank">Eco Agência</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">O  professor doutor Luís  Henrique de Figueiredo, da Universidade Estadual  do Rio de Janeiro,  trouxe a Rio Grande uma grave preocupação. Durante  as inúmeras palestras  e seminários do 4º Congresso Brasileiro de  Oceanografia, ele destacou  que um derramamento de petróleo no litoral  brasileiro semelhante ao que  está ocorrendo no Golfo do México seria  extremamente desastroso.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo  o especialista, o Brasil não conta com um Plano Nacional de   Contingências, que seria indispensável para atender a desastres como o   de agora, no litoral dos Estados do Sul dos EUA. Essa preocupação é uma   questão bem atual, quando se leva em conta a futura exploração do   petróleo na camada do pré-sal no litoral do Brasil.</p>
<p style="text-align:justify;">”Não  há, aqui no Brasil, uma organização capaz de responder a esse   desastre”, salientou Figueiredo, que é PhD em Química Ambiental.. Para   tentar conter o problema, mas até agora sem êxito, a British Petroleum   (BP) e as autoridades ambientais norte-americanas instalaram barreiras   de proteção, espalharam dispersantes químicos e, finalmente, atearam   fogo na área do entorno do vasto derramamento de petróleo, que já   atingiu os litorais e áreas de preservação do Sul dos EUA.</p>
<p style="text-align:justify;">“Esta  ação não é adequada, porque joga elementos altamente poluentes na   atmosfera e pode causar mais danos ao meio ambiente marinho”, frisou o   professor.</p>
<p style="text-align:justify;">O  coordenador do Curso de Oceanologia da Universidade Federal do Rio   Grande (FURG), professor Luiz Carlos Krug, também o presidente do 4º   Congresso Brasileiro de Oceanografia, realizado em Rio Grande  de 17 a   22 de maio deste ano de 2010,  no campus Carreiros, lembra que os   problemas ambientais estão ganhando, a cada ano, maior importância.   “Essa demanda começou a exigir muitos profissionais, enquanto as leis   ficaram mais rígidas e os estudos de impacto ambiental tornaram-se   imprescindíveis para qualquer empreendimento”, disse.</p>
<p style="text-align:justify;">É  justamente um problema  sério como o atual vazamento de petróleo no  litoral dos Estados Unidos  que é lembrado pelo professor Krug:</p>
<p style="text-align:justify;">”O  papel do oceanógrafo entra, agora, no estabelecimento de  condicionantes  que buscam reduzir o risco de desastres ambientais, como  agora no  Golfo do México. A função do profissional é justamente avaliar  os  riscos que possam acontecer e recomendar a tomada de precauções para   evitar tais acidentes. Certamente, havendo algum desastre, caberá ao   oceanógrafo a tarefa de ajudar a diminuir os inevitáveis impactos sobre o   meio ambiente”, disse em seu gabinete na FURG o professor Krug ,  em   entrevista exclusiva para a EcoAgência de Notícias Ambientais.</p>
<p style="text-align:justify;">Lixo  marinho entra na agenda dos cientistas</p>
<p style="text-align:justify;">Pela primeira vez, durante o 4º Congresso Brasileiro de Oceanografia,  a  grave questão do lixo marinho ganhou destaque. E lugar de relevo na   agenda dos cientistas que estudam o ambiente dos oceanos. A  pesquisadora  Mônica F. da Costa, da Universidade Federal de Pernambuco,  abriu o 1º  Workshop no Brasil sobre Lixo Marinho com uma explanação  sobre as ações  de prevenção do descarte de resíduos sólidos nas águas  dos oceanos. Ela  lembrou que no começo esta temática não ganhava espaço  nem mesmo entre  os especialistas. Mas a problemática do lixo marinho  foi aos poucos  ganhando grandes proporções, afetando inevitavelmente a  fauna e  atividades econômicas como a pesca, que se tornou indispensável  estudar o  assunto com maior profundidade.</p>
<p style="text-align:justify;">E,  agora, uma boa notícia: no próximo dia 05 de Junho, Dia Mundial do  Meio  Ambiente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderá, enfim!,    sancionar a Política Nacional de Resíduos Sólidos. Esta, ao menos, é a   expectativa geral entre os grupos de pesquisadores brasileiros que se   dedicam à temática do lixo marinho.</p>
<p style="text-align:justify;">Confirmada  a Política Nacional de Resíduos Sólidos, os cientistas  dedicados aos  temas do mar poderão partir para novos desafios. Como, por  exemplo, a  concretização de um plano nacional de contingências, capaz  de prevenir  durante a futura exploração das jazidas do pré-sal alguns    desastres  semelhantes aos que agora assolam os litorais dos Estados  Unidos.</p>
<p style="text-align:justify;">No  Golfo, pescadores  doentes. E subornos sob investigação</p>
<p style="text-align:justify;">Pescadores do Estado da Louisiana, um dos mais afetados pela atual   poluição do petróleo, estão doentes. Vômitos, fortes dores de cabeça e   outros sintomas estão afetando os trabalhadores. Sem nenhuma  condição   de pescar nas águas poluídas, perdendo renda e seu próprio meio de vida,   eles foram contratados, quase que cooptados, pela companhia BP para   ajudar nos esforços de limpeza, para tentar conter o desastre ambiental.   E, neste esforço, ficaram doentes, ao respirar a quantidade enorme de   material químico lançado nas águas.</p>
<p style="text-align:justify;">Na rede  norte-americana de televisão CNN, o apresentador e repórter  Anderson  Cooper revelou, na edição desta terça-feira, 25 de Maio, que  inspetores  federais dos EUA, responsáveis pela fiscalização das  plataformas  marítimas, aceitavam subornos como lautas refeições e  ingressos caros  para eventos esportivos das grandes empresas de petróleo  que eles, os  inspetores, deveriam fiscalizar.</p>
<p style="text-align:justify;">Na  localidade de Lake Charles, também na Louisiana, um inspetor federal,   enquanto “fiscalizava” quatro plataformas marítimas, negociava para ele   próprio um emprego na companhia petroleira. . Há na área do Golfo do   México – destacou Anderson Cooper – uma espécie de cultura, onde a   aceitação de presentinhos vindos das grandes empresas de gás e petróleo é   amplamente considerada como “normal”.</p>
<p style="text-align:justify;">O  secretário do Interior dos EUA, Ken Salazar, mandou investigar   possíveis falhas desses inspetores federais quanto ao cumprimento de   normas técnicas e de segurança na plataforma da BP que afundou, após   explodir, no último dia 20 de Abril, matando 11 operários e provocando o   presente desastre ambiental, finaliza a CNN.</p>
<p style="text-align:justify;">Derramamento  de petróleo ainda sem controle</p>
<p style="text-align:justify;">Milhares  de barris de  petróleo continuam vazando, diariamente, nas águas do  Golfo do México. É  o pior desastre petrolífero da história dessa  indústria. Os esforços  dos técnicos da BP e das autoridades ambientais  norte-americanas têm se  revelado inúteis, até agora. É desastre  comparável com Chernobyl.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta é a  introdução de um artigo em “La Jornada”, divulgado, dia 25 de  Maio,  pela agência de notícias Carta Maior. O autor, jornalista  Alejandro   Nadal, relata o problema, a partir da construção da  plataforma  Deepwater Horizon, no ano de 2001, nos estaleiros coreanos..</p>
<p style="text-align:justify;">”Em  setembro de 2009, a Deepwater Horizon perfurou o poço submarino mais   profundo do mundo, com cerca de 10.700 metros, dos quais 1.200m   correspondem à coluna de água”, relata Nadal. E acrescenta:</p>
<p style="text-align:justify;">“Em  poucas palavras, esta é a tecnologia mais avançada em matéria de   perfuração em águas muito profundas”.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta  última parte é a que mais preocupa os oceanógrafos brasileiros: uma   exploração adequada da área nacional do pré-sal irá, certamente, exigir   da Petrobrás e suas parceiras um alto investimento em tecnologia de   ponta. Só assim, será possível acessar com segurança a imensa riqueza   ali depositada, permitindo uma exploração do pré-sal limpa. E   eqüitativa, para todos os brasileiros. Assim, nem de longe iremos    vivenciar os momentos de terror experimentados agora na devastada área   do Golfo do México, EUA.</p>
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		<title>Com 54% do bioma, Caatinga perde duas cidades de SP por ano</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 02:00:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>thiagobiologo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[caatinga]]></category>
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		<description><![CDATA[Extraído de Ambiente Brasil. A caatinga vem perdendo por ano uma área de sua vegetação nativa equivalente a duas vezes a cidade de São Paulo, revelou o primeiro monitoramento já feito sobre esse bioma. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, resta pouco mais da metade &#8211; 53,62% &#8211; da cobertura vegetal original típica [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=ibiodiversidade.wordpress.com&amp;blog=10914986&amp;post=385&amp;subd=ibiodiversidade&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify;">Extraído de <a href="http://www.ambientebrasil.com.br" target="_blank">Ambiente Brasil</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">A caatinga vem perdendo por ano uma área de sua vegetação nativa equivalente a duas vezes a cidade de São Paulo, revelou o primeiro monitoramento já feito sobre esse bioma.</p>
<p>De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, resta pouco mais da metade &#8211; 53,62% &#8211; da cobertura vegetal original típica do semiárido nordestino.</p>
<p>A principal causa de desmatamento na região é a produção de energia. Abatida, a mata nativa é transformada em lenha e carvão destinados a abastecer siderúrgicas nos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo ou a mover indústrias de gesso e cerâmica instaladas no próprio semiárido.</p>
<p>&#8220;Sem estimularmos alternativas de geração de energia, como gás natural ou energia eólica [dos ventos], não vamos conter o desmatamento na caatinga&#8221;, observou na terça-feira (2) o ministro Carlos Minc (Meio Ambiente) ao divulgar os números do monitoramento do bioma, que só existe no Brasil.</p>
<p>Minc classificou de &#8220;intolerável&#8221; o ritmo do corte da vegetação no local e anunciou para breve novas ações de repressão no semiárido. Recentemente, o ministério mandou parar parte das indústrias de gesso instaladas na região.</p>
<p>Dados de satélite indicam que a caatinga perdeu, num período de seis anos, entre 2002 e 2008, 16.576 quilômetros quadrados de vegetação nativa. Isso equivale a 2% do bioma, que detém cerca de 10% do território nacional. O ritmo do desmatamento é semelhante ao verificado na Amazônia.</p>
<p>Apesar do porte menor das árvores, o abate da caatinga foi responsável pelo lançamento de 25 milhões de toneladas de carbono por ano na atmosfera.</p>
<p>Isso significa o dobro do corte das emissões de carbono planejado pelo governo com medidas de eficiência energética em 2020. Ou o equivalente à geração de energia por fontes alternativas, como pequenas hidrelétricas e usinas eólicas, também em 2020, conforme as metas oficiais do país.</p>
<p>O desmatamento na caatinga preocupa porque a região do semiárido já foi identificada como uma das áreas mais vulneráveis no Brasil às mudanças climáticas. Um terço da economia pode ser afetado com o aumento da temperatura.</p>
<p>Carlos Minc adiantou que o bioma também deve contar com metas para a redução do abate de árvores, da mesma forma que a Amazônia e o cerrado.</p>
<p>&#8220;A Amazônia é fundamental, mas o ministério não pode ser samba de uma nota só&#8221;, disse. Uma das medidas em estudo é a criação de mais unidades de conservação na caatinga, como a que será estabelecida na serra das Confusões (PI) neste mês. Áreas protegidas representam atualmente 7% do bioma.</p>
<p>Bahia e Ceará concentram mais da metade do desmatamento medido pelo ministério no período mais recente, até 2008. O município de Acopiara (CE) lidera o ranking. Em Alagoas, o ritmo foi menor, mas restam poucas áreas preservadas no Estado.</p>
<p>O padrão de corte de árvores na caatinga é diferente do verificado em outros biomas já monitorados. Nos últimos anos, os satélites mostram que o desmatamento ocorreu de forma pulverizada na região.<em> (Fonte: Folha Online)</em></p>
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